Nativo e leve
Um único binário em Rust. Sem Electron, sem máquina virtual, sem serviço rodando em segundo plano. Abre rápido e usa pouca memória.
A CLI do Docker é poderosa, mas acompanhar vários containers, logs e consumo ao mesmo tempo é cansativo. As alternativas gráficas costumam ser pesadas, exigir conta ou mandar dados para fora. O doknyu resolve isso sem cobrar nada — nem em dinheiro, nem em privacidade.
Um único binário em Rust. Sem Electron, sem máquina virtual, sem serviço rodando em segundo plano. Abre rápido e usa pouca memória.
Toda ação tem atalho, e a paleta de comandos encontra qualquer coisa pelo nome. Dá para usar o dia inteiro sem tocar no mouse.
O app só conversa com o Docker da sua máquina. Não há telemetria, analytics, conta ou servidor do doknyu — e não haverá.
Código aberto sob Apache-2.0 ou MIT, à sua escolha. Sem versão Pro, sem recurso bloqueado, sem licença por empresa.
Prints reais do doknyu rodando, com dados de exemplo. Lista à esquerda, detalhes no painel de baixo, tudo a um atalho de distância.

Ctrl+Shift+P abre a paleta: toda ação do app, pesquisável pelo nome, com o atalho ao lado.

Volumes com driver, ponto de montagem e quem usa cada um. Limpeza dos sem uso com confirmação.
O doknyu conversa com o daemon do Docker pelo mesmo socket que a CLI usa (/var/run/docker.sock). Ele assina os eventos do Docker, então qualquer mudança — feita no app, no terminal ou por outro programa — aparece na tela na hora.
Internet e servidores do doknyu: fora do caminho. Não existe servidor do doknyu. O app não faz requisições HTTP, não verifica atualizações e não envia relatórios. O único link externo (a documentação do Docker, na tela de ajuda) só abre no seu navegador se você clicar.
Status, imagem, portas e uptime. Iniciar, parar, reiniciar e remover com confirmação.
Streaming com auto-scroll, busca e timestamps, direto no dock.
CPU, memória, rede e disco com gráfico dos últimos 60 segundos.
Shell interativo dentro de cada container, sem sair do app.
Drivers e mountpoints. Remoção protegida quando o volume está em uso.
Containers conectados a cada rede. Redes padrão do Docker protegidas.
Ctrl+Shift+P: todas as ações, pesquisáveis pelo nome.
Assina os eventos do Docker: a tela atualiza sozinha, sem polling.
Arquitetura, socket do Docker, terminal embutido e solução de problemas em detalhes:
Ler a documentaçãoSe o Docker não estiver instalado, parado ou sem permissão, o doknyu explica o problema e mostra o comando exato para resolver — em vez de uma tela vazia ou um erro críptico.
Seus containers, nomes de imagens, variáveis de ambiente e logs dizem muito sobre o seu trabalho. Por isso o doknyu foi construído para não ver nada além do que aparece na sua tela.
Não temos nenhum sistema de monitoramento — e não planejamos ter. Se um dia isso mudar, será opcional, desligado por padrão e anunciado publicamente no repositório.
Todo o código está aberto. As dependências estão no Cargo.toml — nenhuma delas é cliente HTTP ou SDK de analytics. Com o app aberto, confira você mesmo:
# conexões TCP/UDP abertas pelo doknyu$ ss -tunp | grep doknyu# (saída vazia: nenhuma conexão de rede)Os atalhos de uma letra funcionam quando nenhum campo de texto está focado. Esqueceu algum? Ctrl Shift P abre a paleta com todas as ações.
| Tecla | Ação |
|---|---|
| CtrlShiftP | Paleta de comandos |
| Ctrl1 · 2 · 3 | Containers · Volumes · Redes |
| CtrlB | Mostrar/ocultar a barra lateral |
| CtrlJ | Mostrar/ocultar o dock de detalhes |
| CtrlShiftL · S · T | Dock: Logs · Stats · Terminal |
| CtrlF | Buscar (ou /) |
| j · k | Próximo · anterior |
| Enter | Abrir item selecionado |
| s · r | Iniciar/parar · reiniciar |
| Delete | Remover (sempre pede confirmação) |
Requisitos: Linux x86_64 com glibc 2.35 ou mais nova (Ubuntu 22.04+, Debian 12+, Fedora 36+ e derivados) e o Docker Engine instalado. Versão atual: v0.1.0.
$ cd ~/Downloads$ sudo apt install ./doknyu_0.1.0-1_amd64.deb$ chmod +x doknyu-x86_64.AppImage$ ./doknyu-x86_64.AppImageOpcional, mas recomendado: confira a integridade com o SHA256SUMS da release — sha256sum --check --ignore-missing SHA256SUMS.
$ sudo usermod -aG docker $USER# depois saia da sessão e entre de novoAtenção: estar no grupo docker equivale a ter acesso de root na máquina. É o mesmo requisito da CLI do Docker sem sudo.
Procure por doknyu no menu de aplicativos (ou rode doknyu no terminal). O app segue o tema claro/escuro do sistema e escolhe o idioma automaticamente.
Rust 1.89+. No Ubuntu/Debian: libxkbcommon-dev libwayland-dev libvulkan-dev pkg-config.
$ git clone https://github.com/RafaelProfMgz/doknyu$ cd doknyu$ cargo run --release# sem Docker? teste com um cliente falso:$ cargo run --features fakeNão. Ele é uma interface para o Docker Engine que já está na sua máquina. Você continua podendo usar a CLI normalmente, ao mesmo tempo.
Sim. O app usa a pilha gráfica do sistema (Vulkan ou OpenGL) e funciona nos dois.
O doknyu precisa do mesmo acesso que a CLI do Docker. Como todo o código é aberto, você pode auditar exatamente o que ele faz com esse acesso.
Por enquanto o foco é Linux. Contribuições para outras plataformas são bem-vindas no repositório.
Baixe o doknyu, gratuito e open source, e gerencie seus containers com teclado e privacidade.